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Desenvolvendo Habilidades

Hoje em dia muito se fala em eficiência e eficácia, tanto em questões gerencias públicas quanto nas organizações privadas. Esses conceitos são passíveis de aplicação no gerenciamento financeiro do indivíduo ou das famílias, sendo muito recomendada sua aplicação.

Muito embora seja uma questão acadêmica, ser eficiente e eficaz vem fazendo cada vez mais parte do cotidiano das pessoas e traz benefícios tanto no desenvolvimento de nossa carreira quanto no meio social e na criação de network e, sem sombra de dúvidas, na área financeira.

Saber como fazer dispendendo o menor custo benefício e produzir o resultado, ou seja, fazer o certo para atingir o objetivo que se almeja, esses são os significados de eficiência e eficácia respectivamente.

Muitos apontam ter disciplina, gastar menos do que se ganha, consumir conscientemente (e, assim, ter um padrão de vida um degrau ou dois a baixo do que gera de receitas) como o caminho para a formação de patrimônio. Mas já pensaram como se consegue atingir esses pré-requisitos? Eu lhes digo: desenvolvendo talentos.

Talentos que nos proporcionem a capacidade mínima de análise lógica e técnica nos diversos aspectos e situações de nossa vida, como por exemplo, trocar um filtro de ar ou óleo de um carro.

Em um artigo de jornal, há algum tempo, certo autor explanava que há bem pouco tempo atrás a maioria dos homens fazia a manutenção mecânica de seu próprio carro e, devido à complexidade da vida atual e às novas tecnologias, os homens e também as mulheres, acabaram por repassar muitas de suas atribuições a uma terceira pessoa. Ao analisarmos a conjuntura atual, repassamos muitos de nossos afazeres cotidianos a um terceiro em função das demandas profissionais que exigem cada vez mais de nós.

Acontece que, como citou De Masi em seu livro O Ócio Criativo, acabamos por nos tornar “imbecis especializados”. Fruto de mais de um século de prevalência do sistema de produção industrial, somos extremamente especialista no trabalho que desenvolvemos, mas ignorantes às circunstâncias que os envolvem. Isso diz respeito também à área financeira.

Essa especialização faz com que ignoremos uma demanda ainda maior de talentos que poderíamos desenvolver, ou melhor, precisamos desenvolver, não para sermos melhores, mas para termos uma potencialização de resultados.

Um exemplo de talento vilipendiado em nossa sociedade é a matemática e finanças. Foi a matemática a primeira linguagem que se tem conhecimento, sendo, portanto, imprescindíveis à vida humana. Muitos a repulsam, tornando talento não desenvolvido. Pois, embora nasçamos com certas predisposições para essa ou aquela atividade, temos a capacidade que nos eleva aos demais animais de direcionar nosso aprendizado às nossas necessidades individuais e sociais.

O conhecimento das tecnologias e práticas do mercado financeiro e dos diversos produtos que lá se comercializa torna imprescindível o conhecimento da matemática, não a acadêmica, mas a do cotidiano, a matemática elementar, como a manipulação de programas e técnicas informáticas que diariamente se desenvolvem e ocupam espaço em nosso cotidiano.

Para isso os diversos stakeholders (pessoas estratégicas que tem interesse em algum ramo de negócios) buscam, além de oferecer o serviço de liame entre o público e o mercado financeiro, também repassar conhecimento sobre a forma de atuação e as práticas, para que investidores sejam bem sucedido nessa atividade, ou melhor, na obtenção da eficiência e eficácia na alocação e gerenciamento de seus recursos financeiros.

A sociedade se desenvolve quando busca objetivo comum e todos falam a mesma língua. Muito embora cada qual faça um trabalho ou atividade, se todos temos o conhecimento macro do que está se produzindo ou objetivando, somos capazes de dar suporte e vigiar uns aos outros para que todos cheguemos juntos ao objetivo almejado.

É por essa razão que o Assessor de Investimentos e empresas do ramo financeiro vêm buscando cada vez mais espaço, para participar do cotidiano dos investidores no Brasil e no mundo, a fim de, além de executar suas atividades, ser um agente de transformação e propagação de conhecimento, dando o devido suporte para o melhor gerenciamento de nossos investidores.

Autor: Reginaldo Junges

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Reginaldo Junges 03 de maio de 2018 Assessor de InvestimentosFundo de InvestimentoInvestimentos

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Nasci em maio de 1978, tive uma infância pobre, mas sem privações. Posso dizer que foi um tempo feliz, grande parte em uma casa de madeira à beira de um rio, onde no verão se via a tempestade circundar o morro. Aos 13 anos, queria ser militar. Meu pai, porém, muito apegado à família, não permitiu que me matriculasse no Colégio Militar devido à distância de casa (CURITIBA-PR). Eu morava no meio-oeste catarinense, nasci lá também, em Herval D’Oeste. Aos 18 anos, iniciei a faculdade de Ciências Contábeis, da qual desisti para prestar concursos. Já trabalhava fora de casa desde os 12 anos, fazendo principalmente o serviço de banco para meu pai. Passei em alguns concursos de nível federal em empresas públicas e acabei entrando no Banco do Brasil. Lá trabalhei por seis anos e meio, alcançando várias conquistas profissionais. Comecei minha faculdade de Direito e, entre idas e vindas, pretendo finalizar em 2018, na LaSalle Lucas do Rio Verde - MT. Dentro do Banco, tive acesso ao mercado mobiliário. Antes ainda, apliquei parte de FGTS em um fundo da Petrobras. E depois de sair do Banco, em 2009, me aventurei por um tempo e acabei por vir ao Mato Grosso. Em 2017, retomei minha paixão, atuando na área financeira através da LHx Investimentos. Desejo levar conhecimento e ferramentas a todos que vislumbrem no mercado uma forma de fazer acontecer seu futuro. Uma frase atribuída a Churchil me direciona: “Quanto mais longe olhares para trás, mais longe enxergarás a frente”.

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