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Reserva de emergência: por que é fundamental ter?

A reserva de emergência, como o próprio nome diz, é uma reserva financeira destinada a lidar com emergências ou um fato inesperado, como por exemplo, uma demissão, problemas de saúde, falecimento de um parente, acidente de carro, ou seja, situações que podem acontecer com qualquer pessoa, mas que ninguém nunca está preparado para passar.

Na montagem de uma carteira de investimentos, a reserva de emergência deve ser o primeiro passo a ser dado, justamente por garantir mais tranquilidade ao investidor em momentos inesperados da vida. O cálculo de recuso ideal para essa finalidade deve ser de 6 a 12 vezes do custo mensal de vida do investidor. Ou seja, se o custo de vida mensal for de R$ 4.000,00, seria interessante ter no mínimo R$ 24.000,00 (R$ 4.000,00 x 6 meses) em aplicações com prazo de resgate de no máximo um dia, o que pode ser em fundos de investimentos de renda fixa, tesouro LFT, CDB de liquidez diária, poupança, entre outros.

O cálculo de quantos meses são necessários para formar a reserva de emergência depende muito de cada investidor. Se a pessoa for um profissional autônomo e que está mais exposto a variações na economia, seria interessante ter 12 meses do custo de vida destinados à reserva de emergência, mas caso a pessoa seja um funcionário público, por exemplo, o qual tem uma estabilidade maior de emprego, poderia ter 6 meses do custo de vida alocados para essa finalidade.

Independente de cada tipo de investidor, essa estratégia é fundamental para qualquer carteira de investimentos, sendo um instrumento que garante maior tranquilidade em momentos desagradáveis e inesperados e, quanto maior for esse reserva, maior será a garantia de não precisar de terceiros em momentos delicados.

 

Autor: Brener Meireles

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